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DINHEIRO O dinheiro não é luz, mas sustenta a lâmpada. Não
é a paz, no entanto, é um companheiro para que se possa obtê-la. Não
é calor, contudo, adquire agasalho. Não
é o poder da fé, mas alimenta a esperança. Não
é amor, entretanto, é capaz de erguer-se por valioso ingrediente na
proteção afetiva. Não
é tijolo de construção, todavia, assegura as atividades que garantem o
progresso. Não
é cultura, mas apóia o livro. Não
é visão, contudo, ampara o encontro de instrumentos que ampliam
capacidade dos olhos. Não
é base da cura, no entanto, favorece a aquisição do remédio. Em
suma, o dinheiro associado a consciência tranqüila, alavanca do trabalho
e fonte da beneficência, apoio da educação e alicerce da alegria, é
uma bênção do Céu que, de modo imediato, nem sempre faz felicidade,
mas sempre faz falta. BEZERRA DE MENEZES |
Giocar, 10/12/2001